
O crápula que se vestia de médico e escondia sua perversidade atrás do jaleco para abusar e violentar, de tantas formas inomináveis. Abusava de um vínculo de confiança criado com mulheres pacientes, colegas de equipe. Um abuso que atravessa a todas nós, que vamos para mesa de cirurgia, que damos à luz. Nós que insistimos em acreditar ser possível viver numa sociedade sem um código social que sirva de passe livre para tocarem nossos corpos.